terça-feira, 13 de setembro de 2011

Obama e Bush juntos nas homenagens ao 11/9

O presidente dos EUA, Barack Obama, abriu hoje (11) as cerimônias do 10º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, com uma visita ao Marco Zero e tocando os painéis de bronze com os nomes das vítimas do colapso dos prédios do World Trade Center.

Veja cobertura completa das homenagens em NY

Relembre os atentados em especial multimídia

Obama, de mãos dadas com sua mulher Michelle e suas filhas, caminhou primeiro com o ex-presidente George W. Bush e a esposa dele Laura, para o North Memorial Pool, criado na área onde estavam localizadas as antigas torres. Em seguida, todos os quatro abaixaram suas cabeças silenciosamente. Depois disso, o grupo dispensou cumprimentos e abraços aos familiares daqueles que morreram nos ataques terroristas.


Este não foi um dia de discursos presidenciais: ao contrário, o papel de Obama era simplesmente o de estar lá, em Nova York, e, em seguida, na Pensilvânia e no Pentágono, à medida que os Estados Unidos pararam no 10º aniversário dos ataques para lembrar as quase 3 mil vidas perdidas e ponderar sobre todas as consequências dos atentados.


Segurança reforçada em Manhattan

Durante a cerimônia no Marco Zero, as palavras de Obama foram somente uma leitura do Salmo 46, que fala do refúgio e da força de Deus. "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus", leu o presidente. Esse também é um dia no qual não há lugar para partidarismo. Bush deu a Obama um aceno rápido de solidariedade após a leitura do salmo.

Os presidentes e suas mulheres ficaram atrás de um vidro à prova de balas durante a cerimônia, uma indicação do forte esquema de segurança em torno dos eventos.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Rodrigo Lopes é o convidado do Papo de Redação

“Pra mim, o que realmente importava é que estávamos, enfim, na mina. Sentia a gostosa sensação de adentrar no palco dos acontecimentos, o lugar, seja ele qual for, para onde o mundo olha. Testemunha viva da História.” Esta e outras passagens estão no livro “Guerras e Tormentas – Diário de Correspondente Internacional”, de Rodrigo Lopes e poderão ser detalhadas pelo próprio autor na próxima quinta-feira (30), durante o Papo de Redação promovido pelo curso de Comunicação Social da Ulbra.

O jornalista terá um encontro com os estudantes às 19h30 na sala 203 do prédio 14. Lopes irá falar sobre as histórias que estão no livro e tirar dúvidas dos estudantes, relatando as mais de 20 coberturas internacionais das quais participou pelo Grupo RBS. O ‘Papo de Redação’ traz jornalistas de grandes veículos de comunicação do Rio Grande do Sul para compartilhar experiências com os alunos do curso de Jornalismo. Já passaram nomes como Luis Carlos Reche, Cid Martins, Jocimar Farina e Humberto Trezzi.


Rodrigo tem 32 anos, é jornalista formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, tem especialização em Jornalismo Ambiental, pelo International Institute for Journalism, de Berlim, e em Jornalismo Literário, pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Como enviado especial do Grupo RBS, cobriu mais de duas dezenas de episódios internacionais. Em 2003, recebeu o Prêmio Rey de España de Jornalismo, o maior prêmio de imprensa em lingua portuguesa e espanhola, das mãos do Rei Juan Carlos, em Madri. Atualmente, é repórter multimídia do Grupo RBS, com atuação na Rádio Gaúcha, jornal Zero Hora, RBSTV e ClicRbs com o 'Blog do Rodrigo Lopes' onde trabalha há 15 anos.

terça-feira, 22 de março de 2011

Das ideias

Alguém já disse que as ideias movem o mundo. Mas naquela época ideia ainda era escrita com acento agudo. Mesmo que a grafia tenha mudado, o sigificado da palavra permanece, e cada vez mais, IDEIA é um produto de valor e necessário para a evolução.

Desde que o primeiro filósofo parou para pensar sobre o vazio até preenchê-lo de significado, o mundo se valeu dos lapsos brilhantes daqueles que viram em instrumentos banais uma chance de melhorar a vida de mulidões.

O vídeo em aula me fez refletir sobre a origem das epifanias. E me ficou bastante claro que nenhuma ideia nasce pronta, assim como o leite não nasce na caixinha.

O caos e a crise são terrenos férteis para a inovação. É o choque que gera energia. É nas situações-limite que percebemos que o limite, está, na verdade, mais adiante. E assim nascem as ideias que nos fazem transpor as dificuldades e tornam um caminho cheio percalços mais confortável.

Há problemas em toda parte, todos eles esperando soluções. Há ideias em gestação por todo lado, só nos cabe abrir o horizonte e nos conetarmos a outras mentes sedentas por inovar e surpreender.